
A Secretaria de Estado de Cultura (Secult) lançou nesta terça-feira (10) a exposição virtual “As iconografias do Arquivo Público: Arte e História”. A mostra, disponível no site da Secult, integra a programação promovida pelo Arquivo Público do Pará (Apep) na 9ª Semana Nacional de Arquivos, que neste ano tem como tema “Mudanças climáticas: preservação e acessibilidade”.
A coleção reúne imagens de diversas temáticas, como botânica e mapas hidrográficos, revelando aspectos do contexto histórico da região. A mostra ficará disponível até o fim de junho.
Como parte da programação, na segunda-feira (9), foram realizados debates sobre a preservação de arquivos, no miniauditório do Instituto de Ciências Sociais Aplicadas (ICSA), da Universidade Federal do Pará (UFPA).
Participaram da mesa-redonda “Tecnologias para a preservação e difusão em arquivos” o professor doutor Décio Guzmán (Faculdade de História e PPHIST/UFPA); o mestre Cristian Mayko Carvalho da Costa (pró-reitor de Planejamento e Desenvolvimento Institucional da UFPA; e o doutorando em Ciência da Informação – PPGCI/ICSA/UFPA), com mediação do diretor do Arquivo Público, Leonardo Torii.
Leonardo Torii afirmou sobre o evento: “Hoje foi um dia muito importante para a 9ª Semana Nacional de Arquivos. A programação proposta pelo Arquivo Público do Pará promoveu debates em torno da preservação, tanto do suporte em papel quanto dos documentos digitais. Discussões fundamentais dentro do tema geral sobre mudanças climáticas, preservação e acessibilidade”.
Ele também destacou a relevância da digitalização no contexto contemporâneo: “As mudanças climáticas estão acontecendo em todo o planeta e na Amazônia não é diferente. O debate de hoje se voltou para como os arquivos podem se preparar, protegendo seus documentos, sejam eles em papel ou em formato digital. A digitalização está em voga e garante tanto a sobrevivência dos documentos quanto a difusão, que é muito maior quando o acervo está digitalizado.”
Em seguida, Antônio Pacheco Neto ministrou a palestra “Conservação de acervos em papel na Amazônia: projetos e desafios”. Ele é mestre em antropologia social pela UFPA e especialista em Conservação e Restauro de Acervo em Papel pela Escola Theobaldo de Nigris (Senai).
“Sempre temos que aproveitar as oportunidades para divulgar as ações de conservação de acervos em papel na Amazônia. Além de ser um trabalho pouco conhecido, ele exige conhecimento sobre as especificidades da região e como elas afetam o suporte, que no caso é o papel. Acredito que é dever de quem atua na área ser multiplicador desse conhecimento”, concluiu Pacheco Neto.
Texto de Juliana Amaral / Ascom Secult
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